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A DSI e a ação da Igreja no mundo – DSI (35ª)

Postado por Paróquia N. Senhora da Piedade - Coreaú - CE

F-90Com a Ficha 90, inicia-se a reflexão sobre a terceira parte do CDSI, apresentada no XII e último capítulo, denominado:Doutrina social e ação eclesial, cuja epígrafe já indica o seu conteúdo. “Para a Igreja, a mensagem social do Evangelho não deve ser considerada uma teoria, mas, sobretudo, um fundamento e uma motivação para a ação” (Centesimus annum, (CA) 57). Este capítulo está todo fundamentado na Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et spes (GS), e nele pode ser encontrada a legitimação da Conferência de Aparecida, 2007, que convocou a Igreja para uma grande missão, chamando os cristãos de “discípulos missionários”. Este, então, é como um catecismo da DSI, no qual o cristão encontra as justificativas que ajudam a compreender as razões dos apelos sociais da Igreja para uma nova evangelização. Nessa Ficha, será abordado o primeiro tópico: “A ação pastoral no âmbito social”, dividida em cinco subitens, sendo que o segundo será tratado nas fichas subsequentes.




Na primeira parte, denominada “Doutrina social e inculturação da fé”, recupera-se a ideia, presente desde o início do Compêndio, de que a antropologia cristã abrange todos os aspectos da vida humana, os quais devem iluminar os autênticos valores humanos e sustentar o testemunho dos cristãos na vida pessoal, cultural e social. A Encíclica Rerum Novarum, primeiro documento do magistério pontifício sobre o assunto, tornou-se um paradigma eclesial e “conferiu à Igreja quase que um «estatuto de cidadania» no meio das variáveis realidades da vida pública”, o que foi confirmado com os sucessivos ensinamentos eclesiais até os dias atuais. A DSI coloca, então, o fundamento de todo agir humano para a realização de sua vocação integral. A Encíclica Redemptoris Missio afirmou que a ação evangelizadora deve plasmar toda a realidade humana, que se constitui na razão de a Igreja existir, dela derivando a sua missão. A ruptura entre Evangelho e cultura, em consequência, sobretudo, das novas tecnologias presentes em nosso tempo, coloca sérios e profundos questionamentos e desafios à ação eclesial, os quais exigem ‘uma nova evangelização, com novos métodos e novo ardor, a fim de atualizar o Evangelho de Cristo e torná-lo força viva e eficaz no mundo atual.
Na segunda parte, denominada “Doutrina social e pastoral social”, destaca-se a impossibilidade de a Igreja existir sem se envolver com a realidade social em que está inserida, pois a promoção da dignidade humana implica que sua ação seja social. A nova evangelização exige que o testemunho fiel seja uma pregação de tal modo, que seu anúncio se encontre “primeiro no testemunho das obras e só depois na sua coerência e lógica interna (CA, 57). O princípio fundamental da ação social dos cristãos deve inspirar-se no valor absoluto da vida humana e na defesa dos seus direitos (CA, 54). “A pastoral social esforça-se para que a renovação da vida pública seja vinculada a um efetivo respeito dos sobreditos valores”. De tal modo, a Igreja, mediante o seu multiforme testemunho evangélico, visa promover a consciência do bem de todos e de cada um como recurso inexaurível para o progresso de toda a vida social” (DSI 527).
A terceira parte, denominada “Doutrina social e formação”, destaca que, segundo a Exortação Apostólica Christifidelis laici, não pode haver uma formação cristã completa sem a referência à DSI, sobretudo aos leigos, para que possam se empenhar no campo social e político. A Igreja, em seu processo de catequese permanente, deve esclarecer que a libertação integral do homem, a busca por uma sociedade mais solidária e fraterna, a luta pela justiça e pela construção da paz decorrem do Evangelho de Cristo (Exortação Apostólica Catechesi tradendae, 29). O Concílio Vaticano II preconizou que o principal objetivo dessa catequese é transformar a realidade social, a fim de torná-la conforme ao desígnio divino. A catequese social formará pessoas respeitosas da ordem moral, amantes da genuína liberdade, que julgarão a realidade com critério próprio e à luz da verdade, e que agirão segundo o sentido da responsabilidade (Declaração Dignitatis humanae, 8). Para tanto, recorda três pontos fundamentais da formação, indicados pela GS, 75:
  1. A formação não é para acumular saber, mas deve fornecer ferramentas para que os cristãos enfrentem eficazmente as tarefas cotidianas, nos âmbitos culturais, sociais, econômicos e políticos, desenvolvendo neles o sentido de dever, praticado ao serviço do bem comum.
  2. Especialmente no âmbito da política, o CDSI recorda que a formação da consciência política deve preparar e sustentar os cristãos leigos no exercício do poder político, para que se entreguem a ele com zelo, sem pretensões pessoais e materiais.
  3. As instituições educativas católicas podem e devem desempenhar um importante serviço de encontro entre o Evangelho e os vários saberes, também chamado de inculturação da mensagem cristã. A doutrina social é um instrumento necessário para uma eficaz educação cristã direcionada ao amor, à justiça, à paz, assim como para amadurecer a consciência dos deveres morais e sociais, no âmbito das diversas competências culturais e profissionais. Um importante momento de formação são as “Semanas Sociais” realizadas e incentivadas pelas Igrejas locais (dioceses). Elas se constituem como um importante espaço para a formação dos fiéis leigos nos vários âmbitos da sociedade e para o debate dos problemas emergentes, e na busca de soluções conjuntas. O documento lembra a importância da DSI na formação dos presbíteros e dos candidatos ao ministério presbiteral a fim de que eles se interessem pelas questões sociais do próprio tempo e sejam capazes de enfrentá-las.
Na quarta parte, denominada “Promover o diálogo”, é enfatizada a importância da DSI no diálogo entre as comunidades cristãs e a comunidade civil e política, bem como um instrumento apto para promover e para inspirar atitudes colaborativas nos diversos campos: na defesa da dignidade da pessoa humana; na promoção da paz; na luta concreta e eficaz contra as misérias do nosso tempo, tais como a fome e a indigência, o analfabetismo, a ausência de distribuição de bens e a carência de moradias. Ações concretas unem as pessoas, favorecem o caminho ecumênico, as descobertas dos valores e da missão comuns, pois a essência de todas as religiões é promover a dignidade humana. Iniciativas conjuntas testemunham a fraternidade e o diálogo entre irmãos de diferentes confissões religiosas. Várias iniciativas provam isso: Os Encontros de oração realizados em Assis, as Semanas de Oração pela Unidade dos Cristãos, as Campanhas da Fraternidade ecumênicas da CNBB, etc.
Na quinta parte, denominada “Os sujeitos da pastoral social”, o documento recorda a definição dogmática da LG, que todo o povo de Deus deve corresponder ao dever de anunciar e testemunhar o Evangelho (cf. 1 Cor 9, 16). Os cristãos, agindo individualmente ou em grupos, associações e organizações, devem saber se propor como “umgrande movimento empenhado na defesa da pessoa humana e na tutela da sua dignidade” (CA, 3). Nas Igrejas particulares (dioceses), a ação social deve estar organizada a partir do bispo, padres consagrados e fiéis leigos, distribuídos nos vários organismos diocesanos e articulados através do Plano de Pastoral Diocesana. Não se trata de delegação a um grupo específico, mas todas as ações devem estar permeadas pela ação social da Igreja.
Não há como a Igreja estar presente no mundo moderno sem assumir a cultura do povo que pretende evangelizar. A força de sua pregação decorrerá, em primeiro lugar, do testemunho radical e profundo dos cristãos: clérigos, religiosos e leigos assumindo-se como “discípulos missionários”, que anunciam o que experimentaram na própria vida. Daí a necessidade de uma formação sólida dos agentes de pastoral, para que saibam reconhecer os sinais dos tempos e sejam pessoas abertas ao diálogo com todos os segmentos da sociedade.
       
Para Refletir:
1) Qual(is) dos cinco tópicos mais contribui(em) para a Igreja se fazer presente no mundo?
2) Qual o maior desafio para a Igreja agir no mundo com eficácia?

fonte: http://www.ambientevirtual.org.br/fichas-de-estudo/ficha-90-a-dsi-e-a-acao-da-igreja-no-mundo-dsi-35/ 
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JUBILEU DA MISERICÓRDIA DOS COROINHAS

Postado por Paróquia N. Senhora da Piedade - Coreaú - CE
DIOCESE DE SOBRAL
REGIÃO EPISCOPAL VALE DO COREAÚ


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"MISERICORDIOSOS COMO O PAI" - AGOSTO MÊS DAS VOCAÇÕES

Postado por PeJose
Brasília (Quarta-feira, 01-06-2016, Gaudium Press) O Mês Vocacional, a ser celebrado pela Igreja no Brasil em agosto deste ano, é uma atividade proposta pela CNBB com o intuito de buscar motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, bem como conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja.
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"Misericordiosos como o Pai" (cf. Lc 6, 36) é o tema para o Mês Vocacional deste ano. Sobre este assunto, o bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo referencial da Pastoral Vocacional, Dom José Roberto Fortes Palau, explicou que toda vocação à vida consagrada é resultante da misericórdia divina.
"É fruto do olhar misericordioso de Jesus; é dom de Deus para a Igreja. Aliás, como enfatiza o Papa Francisco, toda vocação nasce, cresce e é sustentada pela Igreja. De modo particular, a experiência de São Paulo destaca, sobremaneira, a importância da Igreja para o nascimento e a perseverança vocacional", destacou.
E sendo assim, para animar ainda mais o Mês Vocacional, a Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados (CMOVIC) e a presidência nacional da Pastoral Vocacional/SAV propõem subsídio, editado pelas Edições CNBB, com roteiros catequéticos, disponível para download.
Com três sugestões de encontros com os temas: "A Vocação Nasce na Igreja", "A Vocação Cresce na Igreja" e "A Vocação é Cultivada na Igreja", o material traz, ainda, o roteiro oracional, além de cantos e reflexões do Papa Francisco sobre as vocações.
O subsídio também indica três roteiros para auxiliar nas missas dominicais do Mês Vocacional: 7 de agosto - vocação ministério ordenado: diáconos, padres e bispos; 14 de agosto - vocação matrimonial; 21 de agosto - vocação à vida consagrada; 28 de agosto - vocação dos leigos.
Para o presidente nacional da Pastoral Vocacional, Padre Elias Aparecido da Silva, a data é um importante momento para a promoção vocacional nas comunidades.
"Precisamos aproveitar nossas assembleias reunidas, grupos já formados, momentos de oração comunitária e até mesmo os atos devocionais para insistentemente propor que todos rezem pelas vocações, para que o Senhor da messe envie santas e numerosas vocações, e ainda provocar nossos adolescentes e jovens para que respondam com generosidade ao chamamento de Deus", disse o sacerdote. (LMI)
Da redação Gaudium Press, com informações CNBB


Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/79488-Disponivel-subsidio-para-o-Mes-Vocacional-2016#ixzz4G4cJSpMC
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A ARTE DE CORRIGIR NÃO É AUTOMÁTICA

Postado por PeJose








Vivemos hoje, em plena era tecnológica, o triunfo da correção automática. Telemóveis, “iphones”, “ipads”… Os teclados colocados à nossa disposição são tão ágeis que nem precisamos de olhar para eles. Podemos digitar uma mensagem a uma velocidade recorde, sem especiais preocupações, pois o automatismo do dispositivo vai alterando e (supostamente) corrigindo os nossos erros de escrita. A publicidade, cada vez mais agressiva, explica que o corretor automático tem a enorme vantagem de nos fazer poupar tempo. Mas para quê?

Também nas relações pessoais existe a tentação do corretor automático. Quando, por exemplo, nos agarramos como um totem à letra da lei, ao ditado de uma tradição, aos estritos termos de um ponto de vista sem olhar a mais, como resolução para todos os problemas que surjam. Ou quando desatamos a corrigir os outros por tudo e por nada. Ou quando funcionamos por receitas e chavões. Nem precisamos olhar para as pessoas: basta-nos citar maquinalmente o número da regra que estão a infringir naquele momento, ou a nossa prescrição avulsa que resolve tudo. Sem dúvida que dessa forma se poupa tempo. Mas sabemos que a vida não é assim. A vida é uma construção paciente. A sua maturação, não só a externa, mas também a interior, segue um processo delicadíssimo. Os seus fios são ténues e frágeis mesmo quando parecem longos e indivisíveis. Se quisermos chegar á fonte escondida de um coração, temos de aceitar andar muito devagar. Pode até ser um exercício extenuante, mas não há outra forma. «Se alguém te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas», disse Jesus (Mateus 5, 41). E Ele sabia do que falava.
O termo que mais vezes é utilizado pelo Novo Testamento para designar o ato de correção é “noutheteîn”, que significa literalmente “pôr no coração, colocar na sua mente, prestar atenção a”. O contrário, portanto, da indiferença, da condescendência, do confronto impreparado ou prepotente, que são as nossas patologias mais frequentes na relação com os outros e com as suas fraquezas. A frequência deste termo nos clássicos era enorme, desde Homero a Platão, revelando uma sintomática solicitude. Este último, no diálogo denominado “Eutidemo” (248c), assina a frase seguinte: «Amo-te, mas corrijo-te com amizade», o que já de si é um programa.
A palavra será depois muito utilizada por S. Paulo e pelo ambiente paulino. Como aparece claramente na Carta aos Efésios, ele consiste num termo que deve reorientar, mas sem esmagar ou exasperar aquele que a recebe (cf. Ef 6, 4). E ganhará uma forte coloração ligada ao cuidado pastoral. É interessante olhar a sucessão de verbos que nos surge na Primeira Carta aos Tessalonicenses (5, 14): exortar, corrigir, encorajar, amparar e suportar. Estes vermos iluminam-se e explicam-se mutuamente.
Por conseguinte, a correção não só não é automática, como também não deve ser espontânea. Não e um impulso emocional que mistura impaciência e frustração. Não é uma explosão de humor. A correção pressupõe uma aprendizagem. Por isso seria absurdo considerar a correção como um fim: é uma estrutura, uma mediação colaborativa, um apoio para uma construção esperançosa. Ajuda a ser. Nada mais do que isto. Corrigimos melhor quando olhamos de maneira solidária para a dificuldade que está em causa, e apostamos com confiança na superação da prova. E devemos sempre evitar que a correção seja a nossa única forma de relação com alguém. Quem apenas corrige, não corrige.

José Tolentino Mendonça 
In "Avvenire" 
Trad.: Rui Jorge Martins 
Publicado em 19.05.2016

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SER PADRE É SER "PAI"...

Postado por PeJose
SER PADRE É SER “PAI” DE UMA COMUNIDADE INTEIRA DE FIEIS QUE PROFESSAM A MESMA FÉ...

Na comunidade existe a diversidade de dons, de carismas e de pensamentos, porém todos unidos na mesma fé e no sinal mais expressivo da fé que é a Jesus Cristo presente na Eucaristia.

Como um pai que trata a cada filho de modo único, conhecendo-o pelo nome, assim também o padre como pastor de um rebanho, cuida de suas ovelhas de modo especial e particular, procurando a cada momento conhecer cada um pelo nome, reconduzindo a que se extraviou, cuidando da que se feriu e exortando a que fraquejou. Não havendo portando na vida de um padre/pastor espaço para divisões.

Como nos diz São Paulo quando escreve a comunidade de Coríntios: “4Pois, quando alguém alega: “Eu sou de Paulo”, e outro “Eu sou de Apolo”, não estais agindo absolutamente segundo os padrões dos homens? 5Quem é, portanto, Apolo? E quem é Paulo? Servos por intermédio dos quais viestes a crer, e isto conforme o ministério que o Senhor concedeu a cada um. …”

Assim, meus caros filhos (a) e irmãos (a) na fé, o padre não deve ser visto com os mesmos olhos a partir de nós mesmos, quando nos dividimos pela dureza do coração por causa de disputa política. Pois todos independentemente de partido continuam sendo filhos espirituais do padre, e como tal serão tratados e acolhidos do mesmo jeito, independentemente de sua posição política partidária.

O padre é chamado a ser sinal da unidade e nunca da discórdia entre os irmãos na mesma fé, mesmo quando os filhos estão divididos diante de suas preferencias politicas partidárias, o padre mante-se firme como um pai e pastor acolhendo e tratando a todos da mesma forma.

Não sou de “Paulo” nem de “Apolo”, sou de Cristo e como tal acolho a todos que são de Cristo, pois assim nos diz o santo evangelho: “vinde a mim vos todos que estais cansados e fadigados, ..., que vos aliviarei...”), Ele não diz somente estes ou aqueles, mas todos.

Se procurássemos ouvir mais a Deus, pela oração, saberíamos defender nossas posições sem precisar brigar, dividir e desrespeitar as pessoas.

Ouçamos os candidatos, avaliemos suas propostas de campanhas, mas acima de tudo nos respeitemos pois assim demonstraremos realmente que somos um povo que busca ter uma verdadeira consciência política e que a democracia se faz pela convicção e não pela compra de votos ou pela humilhação ou violência.

Que o Bom Jesus e Nossa Senhora da Piedade nos acompanhe nesta caminhada que inicia no próximo mês de agosto em vista das eleições Municipais.

Vosso servo,
                                              
 Pe. José Lucione Queiroz Holanda

                                                             Pároco em Coreaú 
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COREAÚ SEDIA O I ENCONTRO DA PASCOM VALE DO COREAÚ

Postado por PASCOM - coreaú

NO ÚLTIMO SÁBADO (DIA 23 DE JULHO), OCORRE EM COREAÚ O I ENCONTRO DA PASCOM REGIÃO VALE DO COREAÚ. O EVENTO INICIOU COM UM MOMENTO DE ORAÇÃO ORGANIZADO PELO PÁROCO ANFITRIÃO PE LUCIONE. EM SEGUIDA, PE. FÁBIO NASCIMENTO (COORDENADOR DA PASCOM DIOCESANA) TOMOU A PALAVRA PARA FALAR SOBRE O HISTÓRICO DO DIRETÓRIO DE COMUNICAÇÃO E TAMBÉM SOBRE PASCOM. LOGO APÓS, PE. LUCAS MOREIRA APRESENTOU O CAPÍTULO 1 DO DIRETÓRIO (COMUNICAÇÃO NO MUNDO NA IGREJA EM MUDANÇA) E O CAPÍTULO III (TEOLOGIA DA COMUNICAÇÃO). A TERCEIRA PALAVRA FICOU COM PE. FLORENCIO (ORGANIZADOR O EVENTO) FALANDO UM POUCO SOBRE ATIVIDADES DA PASCOM. NO PERÍODO DA TARDE, OCORREU PRÁTICAS DE CONSTRUÇÃO DE SITES, MINISTRADO POR JOÃO PAULO OLIVEIRA (COORDENADOR DA PASCOM DE VARJOJA-CE); BLOGS, MINISTRADO PELO PROFESSOR ROMILDO MOURA (EX-PASCOM DE COREAÚ, MESTRANDO EM FÍSICA E EX-BLOGUEIRO); E POR FIM, ALGUNS DICAS DE FACEBOOK, MINISTRADO POR CUSTODIO AZEVEDO (COORDENADOR DA PASCOM DE COREAÚ).


https://www.facebook.com/Pascom-Corea%C3%BA-793841900713625/
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I ENCONTRO DA PASCOM DA REGIÃO EPISCOPAL VALE DO COREAÚ

Postado por PASCOM - coreaú
A Paróquia de Coreaú através da PASCOM de Coreaú e PASCOM diocese de Sobral, convida a todos para o I Encontro da PASCOM Região Vale do Coreaú que será dia 23 julho de 8h às 17h em Coreaú.
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I Restaura Minha Família - Transmissão ao vivo

Postado por PASCOM - coreaú
A Paróquia de Coreaú transmite ao vivo, direto da quadra da Ação Social. Participação de Junior Caçula (Raboni de Maria), Pe. Lucione (pároco de Coreaú) e Mauricio Duram (Consul da colômbia no Brasil)
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CATEQUESE DE SÃO CIRILO SOBRE COMO RECEBER A EUCARISTIA

Postado por PeJose

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HOMILIA DO PAPA NA CELEBRAÇÃO DO JUBILEU DOS SACERDOTES

Postado por Paróquia N. Senhora da Piedade - Coreaú - CE

Celebrando o Jubileu dos Sacerdotes na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, somos chamados a concentrar-nos no coração, ou seja, na interioridade, nas raízes mais robustas da vida, no núcleo dos afetos, numa palavra, no centro da pessoa. E hoje fixamos o olhar em dois corações: o Coração do Bom Pastor e o nosso coração de pastores.
O Coração do Bom Pastor é, não apenas o Coração que tem misericórdia de nós, mas a própria misericórdia. Nele resplandece o amor do Pai; nele tenho a certeza de ser acolhido e compreendido como sou; nele, com todas as minhas limitações e os meus pecados, saboreio a certeza de ser escolhido e amado. Fixando aquele Coração, renovo o primeiro amor: a memória de quando o Senhor me tocou no mais íntimo e me chamou para O seguir; a alegria de, à sua Palavra, ter lançado as redes da vida (cf. Lc 5, 5).
O Coração do Bom Pastor diz-nos que o seu amor não tem limites, não se cansa nem se arrende jamais. Nele vemos a sua doação incessante, sem limites; nele encontramos a fonte do amor fiel e manso, que deixa livres e torna livres; nele descobrimos sempre de novo que Jesus nos ama «até ao fim» (Jo 13,1) – não se detém antes, ama até ao fim –, sem nunca se impor.
O Coração do Bom Pastor está inclinado para nós, concentrado especialmente sobre quem está mais distante; para aí aponta obstinadamente a agulha da sua bússola, por essa pessoa revela um fraquinho particular de amor, porque deseja alcançar a todos e não perder ninguém.
À vista do Coração de Jesus, surge a questão fundamental da nossa vida sacerdotal: para onde está orientado o meu coração?Uma pergunta que nós, sacerdotes, nos devemos pôr muitas vezes, cada dia, cada semana: para onde está orientado o meu coração? O ministério aparece, com frequência, cheio das mais variadas iniciativas, que o reclamam em tantas frentes: da catequese à liturgia, à caridade, aos compromissos pastorais e mesmo administrativos. No meio de tantas atividades, permanece a questão: onde está fixo o meu coração? (Vem-me à mente aquela oração tão bela da liturgia: «Ubi vera sunt gaudia…»). Para onde aponta o coração? Qual é o tesouro que procura? Porque – diz Jesus – «onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração» (Mt 6, 21). Todos nós temos fraquezas e também pecados. Mas procuremos ir ao fundo, à raiz: Onde está a raiz das nossas fraquezas, dos nossos pecados, ou seja, onde está precisamente aquele «tesouro» que nos afasta do Senhor?
Os tesouros insubstituíveis do Coração de Jesus são dois: o Pai e nós. As suas jornadas transcorriam entre a oração ao Pai e o encontro com as pessoas. Não distanciamento, mas o encontro. Também o coração do pastor de Cristo só conhece duas direções:o Senhor e as pessoas. O coração do sacerdote é um coração trespassado pelo amor do Senhor; por isso já não olha para si mesmo – não deveria olhar para si mesmo –, mas está fixo em Deus e nos irmãos. Já não é «um coração dançarino», que se deixa atrair pela sugestão do momento ou que corre daqui para ali à procura de consensos e pequenas satisfações; ao contrário, é um coração firme no Senhor, conquistado pelo Espírito Santo, aberto e disponível aos irmãos. E nisso têm solução os seus pecados.
Para ajudar o nosso coração a inflamar-se na caridade de Jesus Bom Pastor, podemos treinar-nos a fazer nossas três ações que as Leituras de hoje nos sugerem: procurarincluir e alegrar-se.
Procurar. O profeta Ezequiel lembrou-nos que Deus em pessoa procura as suas ovelhas (34, 11.16). Ele – diz o Evangelho – «vai à procura da que se tinha perdido» (Lc 15, 4), sem se deixar atemorizar pelos riscos; sem hesitação, aventura-se para além dos lugares de pastagem e fora das horas de trabalho. E não exige pagamento das horas extraordinárias. Não adia a busca; não pensa: «hoje já cumpri o meu dever; veremos se me ocupo disso amanhã», mas põe-se imediatamente em campo; o seu coração está inquieto enquanto não encontra aquela única ovelha perdida. Tendo-a encontrado, esquece-se do cansaço e carrega-a aos ombros, cheio de alegria. Umas vezes terá de sair à sua procura, falar-lhe, convencê-la; outras deverá permanecer diante do Sacrário, «lutando» com o Senhor por aquela ovelha.
Tal é o coração que procura: é um coração que não privatiza os tempos e os espaços. Ai dos pastores que privatizam o seu ministério! Não é cioso da sua legítima tranquilidade – disse «legítima»; nem sequer desta –, e nunca pretende que não o perturbem. O pastor segundo o coração de Deus não defende as comodidades próprias, não se preocupa por tutelar o seu bom nome, mas será caluniado, como Jesus. Sem medo das críticas, está disposto a arriscar para imitar o seu Senhor. «Felizes sereis, quando vos insultarem e perseguirem…» (Mt 5, 11).
O pastor segundo Jesus tem o coração livre para deixar as suas coisas, não vive fazendo a contabilidade do que tem e das horas de serviço: não é um contabilista do espírito, mas um bom Samaritano à procura dos necessitados. É um pastor, não um inspetor do rebanho; e dedica-se à missão, não a cinquenta ou sessenta por cento, mas com todo o seu ser. Indo à procura encontra, e encontra porque arrisca. Se o pastor não arrisca, não encontra. Não se detém com as deceções nem se arrende às fadigas; na realidade, é obstinado no bem, ungido pela obstinação divina de que ninguém se extravie. Por isso não só mantém as portas abertas, mas sai à procura de quem já não quer entrar pela porta. Como todo o bom cristão, e como exemplo para cada cristão, está sempre em saída de si mesmo. O epicentro do seu coração está fora dele: é um descentrado de si mesmo, porque centrado apenas em Jesus. Não é atraído pelo seu eu, mas pelo Tu de Deus e pelo “nós” dos homens.
Segunda palavra: incluir. Cristo ama e conhece as suas ovelhas, dá a vida por elas e nenhuma Lhe é desconhecida (cf. Jo 10, 11-14). O seu rebanho é a sua família e a sua vida. Não é um líder temido pelas ovelhas, mas o Pastor que caminha com elas e as chama pelo nome (cf. Jo 10, 3-4). E quer reunir as ovelhas que ainda não habitam com Ele (cf. Jo 10, 16).
Assim é também o sacerdote de Cristo: é ungido para o povo, não para escolher os seus próprios projetos, mas para estar perto do povo concreto que Deus, através da Igreja, lhe confiou. Ninguém fica excluído do seu coração, da sua oração e do seu sorriso. Com olhar amoroso e coração de pai acolhe, inclui e, quando tem que corrigir, é sempre para aproximar; não despreza ninguém, estando pronto a sujar as mãos por todos. O Bom Pastor não usa luvas… Ministro da comunhão que celebra e vive, não espera cumprimentos e elogios dos outros, mas é o primeiro a dar uma mão, rejeitando as murmurações, os juízos e os venenos. Com paciência, escuta os problemas e acompanha os passos das pessoas, concedendo o perdão divino com generosa compaixão. Não ralha a quem deixa ou perde a estrada, mas está sempre pronto a reintegrar e a compor as contendas. É um homem que sabe incluir.
Alegrar-se. Deus está «cheio de alegria» (Lc 15, 5): a sua alegria nasce do perdão, da vida que ressurge, do filho que respira novamente o ar de casa. A alegria de Jesus Bom Pastor não é uma alegria por Si, mas uma alegria pelos outros e com os outros, a alegria verdadeira do amor. Esta é também a alegria do sacerdote. É transformado pela misericórdia que dá gratuitamente. Na oração, descobre a consolação de Deus e experimenta que nada é mais forte do que o seu amor. Por isso permanece sereno interiormente, sentindo-se feliz por ser um canal de misericórdia, por aproximar o homem do Coração de Deus. Nele a tristeza não é normal, mas apenas passageira; a dureza é-lhe estranha, porque é pastor segundo o Coração manso de Deus.
Queridos sacerdotes, na Celebração Eucarística, reencontramos todos os dias esta nossa identidade de pastores. De cada vez podemos fazer verdadeiramente nossas as suas palavras: «Este é o meu corpo que será entregue por vós». É o sentido da nossa vida, são as palavras com que, de certa forma, podemos renovar diariamente as promessas da nossa Ordenação. Agradeço-vos pelo vosso «sim», e por tantos «sins» diários, escondidos, que só o Senhor conhece. Agradeço-vos pelo vosso «sim a doar a vida unidos a Jesus: aqui está a fonte pura da nossa alegria.
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